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quinta-feira, 16 de abril de 2020

FARMACOLOGIA CLÍNICA ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS” http://urmfarmacologia.blogspot.com/ ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA


FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA





FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19”



CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA



Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica




Fortaleza
2020
FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA





Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica


                                  
Artigo científico apresentado a Sociedade Civil em caráter contributivo em face da importância científica da pesquisa em curso na Universidade Federal do Ceará denominada... “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial - em face da pandemia “COVID-19”), que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes”. Os dados aqui inseridos serão oportunamente utilizados pelo autor em fase do seu projeto “futuro” de Doutorado em Farmacologia Médica e na Disciplina de Atividades Complementares junto a Licenciatura em Ciências Biológica, na FACULDADE CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI.



FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Especialista em Farmacologia Clínica



Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica


Declaro que sou autor deste Trabalho de Pesquisa. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. Este trabalho de pesquisa será parcialmente utilizado como parte das atividades de educação complementar junto ao Curso de Licenciatura em Biologia, na FACULDADE CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI.


CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Especialista em Farmacologia – Licenciando em Biologia

_____________________________________
e-mail: cesarvenancio.neurociencia@gmail.com
FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica
RESUMO.
Palavras-chave.


















FARMACOLOGIA CLÍNICA
ESTUDOS TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA “USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
Teoria e Prática na Pesquisa Farmacológica
1 – Introdução.
Este artigo é resultado de uma pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica Clínica Aplicada. E foi inspirada na decisão da Universidade Federal do Ceará, a partir do manifesto seguinte:
Modernamente o que define as qualidades de uma universidade é a sua capacidade de fazer ciência, de produzir conhecimento que contribua para resolver os problemas e aflições da sociedade. É, em outras palavras, a capacidade e o comprometimento de produzir pesquisa com impacto social.
Foi pensando na possibilidade de contribuir para o enfrentamento da crise provocada pela COVID 19 e confiando na capacidade dos nossos pesquisadores, que incorporamos, como ação institucional da UFC, a pesquisa: HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” no tratamento profilático dos profissionais de saúde, que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes. Que Deus nos oriente e guie os nossos pesquisadores.
Candido Albuquerque.
Magnífico Reitor da Universidade Federal do Ceará.

Os estudos do autor objetivam formar elementos teóricos e práticos a serem desenvolvidos em projeto de pesquisa que se espera que resultem na tese de DOUTORADO a ser futuramente desenvolvida.
Neste trabalho especifico, o autor busca também, aproveitar seu conteúdo como parte da carga horária de suas atividades complementares a serem creditadas na sua formação em conclusão, no Curso de Licenciatura em Biologia na FACULDADE UNICENTROFAVENI.
A iniciativa da Universidade Federal no Estado do Ceará pode ter uma relevância junto à sociedade civil em caráter contributivo em face da importância científica da pesquisa “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados - em face da pandemia COVID-19.
Porém, sem questionamento de mérito da pesquisa a ser no futuro apresentada, é relevante conhece a HIDROXICLOROQUINA, e neste desiderato sua associação com o ZINCO.
Outro aspecto relevante no campo do questionamento científico é a perspectiva de uso “profilático” por parte dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados de COVID-19.
A pesquisa aprovada pela Universidade Federal do Ceará será conduzida pelo Mestre, o Prof. Dr. Anastácio de Queiroz Sousa, Chefe do Departamento de Medicina Clínica. O pesquisador é docente no Departamento de Medicina Clínica e no Departamento de Patologia e Medicina Legal. Ele já foi secretário de saúde do estado, Diretor do Hospital São José de Doenças Infecciosas. É coordenador do Núcleo de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina, membro Honorário da Sociedade Americana de Medicina Tropical e membro efetivo da Academia Cearense de Medicina. Faz parte do corpo Docente do Mestrado em Patologia do Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFC e do Corpo Docente do Doutorado Interinstitucional (DINTER), uma Cooperação entre a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).
Com a apresentação citada no parágrafo anterior aumenta a responsabilidade deste pesquisador em se posicionar em face da pesquisa: FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19”
2 – Preliminares.
O presente (pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica Clínica Aplicada) estudo busca se enquadrar na uniformização da nomenclatura e os conceitos classificatórios existentes na literatura, relativos aos desenhos ou modelos de estudo científico mais comumente utilizados em pesquisas na área da Farmacologia Clínica. Assim, procurou-se facilitar a elaboração do delineamento de um projeto de pesquisa científica, visando sua aplicabilidade em face da possibilidade de ser recepcionado como elemento de pesquisa para base de formação de Protocolo de USO RACIONAL DE MEDICAMENTO NA CLÍNICA MÉDICA. Espera o autor auxiliar o pesquisador fora de seu grupo a identificar o delineamento proposto em um artigo, assim como desenvolver um senso de crítica metodológica mais apurada sobre o mesmo, além de desmistificar a miscelânea (conjunto confuso de coisas diferentes; mistura mixórdia) conceitual existente na literatura.
Existe uma farta sinonímia na literatura para o conceito da expressão "Desenhos re pesquisa", como "Modelos de estudos", "Delineamentos de estudos", "Delineamentos de pesquisas", "Modelos de investigação científica", "Modelos de planejamento", "Modelos de delineamento", "Delineamentos clínico-epidemiológicos", "Desenhos de estudos", "Desenhos metodológicos", "Métodos epidemiológicos", "Estratégias de pesquisa", "Tipos de estudos" ou "Tipos de investigação".
Conforme as organizações dos roteiros das pesquisas existem várias conceituações básicas a serem seguidas em relação aos modelos de estudo científicos.
2.1 – Desenhos de pesquisa.
Estudo transversal e/ou longitudinal - "Não há solidão onde há saber, nem aborrecimento quando se tem livros" (Da sabedoria oriental)
Existem vários tipos de pesquisa, descritiva, experimental, documental e bibliográfica, partindo sempre da – observação -, conforme preconizava Francis Bacon (1561-1626). Sob o aspecto epidemiológico, a pesquisa ou estudo se classifica em transversal ou seccional e longitudinal ou horizontal. Sob o aspecto epidemiológico, a pesquisa ou estudo se classifica em transversal ou seccional e longitudinal ou horizontal. A pesquisa longitudinal ou horizontal se classifica em retrospectiva e prospectiva.
2.2 – Pesquisa Prospectiva.
A pesquisa prospectiva é conhecida como – estudo de coortes -. STEDMAN, 1996, assim conceitua o que seja coorte: grupo populacional definido e seguido, prospectivamente, em um estudo epidemiológico. Podemos aqui neste contexto compreender que, se conclui que no estudo longitudinal retrospectivo se conhece o efeito e se busca a causa, e no prospectivo há a causa ou fator determinante e se procura o resultado. Isso constitui o objetivo da epidemiologia analítica (Bordalo, Alípio Augusto, 2020).
Mais a frente, neste artigo observará algumas pesquisas na área da PESQUISA MÉDICA – URM NA CLÍNICA MÉDICA ESPECIALIZADA OFTALMOLOGIA de natureza prospectiva que desrecomenda o uso preventivo da HIDROXICLOROQUINA.
Observem que estou a falar do aspecto “preventivo”, pois, na ação de medicina curativa, entendo que a ação do médico será operada de acordo com sua capacidade de enfrentar as patologias derivadas da ação bioquímica do vírus em comento, e sua formação farmacológica médica.
Nesta oportunidade se fundamenta e empós se questiona.
1 - Fundamentação:
1.1 - Os vírus podem invadir muitos organismos vivos e são parasitas intracelulares obrigatórios por possuírem parcos recursos necessários para seu metabolismo (RNA mensageiro e ribossomos, por exemplo).
1.2 - São causadores de doenças infecciosas.
1.3 - As proteínas da superfície viral participam do reconhecimento específico na resposta imune, o que faz cessar a infecção.
1.4 - Os genes que codificam estas proteínas são altamente mutagênicos e é devido a estas mutações que os vírus são capazes de “driblar” o sistema imune, que passa a não mais reconhecer e atacar as proteínas da progênie viral mutante.
1.5 - Um exemplo claro de vírus altamente mutante é o vírus da gripe (influenza), que acomete indivíduos fazendo com que desenvolvam a reinfecção mutantes em alguns casos, varias vezes durante sua vida.
2 - QUESTIONAMENTO:
2.1 - Será que a COVID-19 pode infectar mais de uma vez?
2.2 - Justifica o uso da HIDROXICLOROQUINA que tem efeitos tóxicos para uma pessoa infectada temporariamente com o vírus. Porém, sem apresentar patologia empós contaminação?
2.3 – Pesquisa Prospectiva.
Visando constituir um panorama teórico preliminar para a compreensão dos contextos dos desenhos de pesquisa, se elabora o presente manifesto que objetiva apresentar os aspectos da originalidade do estudo. Podemos dizer na contextualidade didática que temos os aspectos:
Primários – Se constitui nas investigações originais, que são a maioria das publicações das revistas científicas de estudos nas áreas médica.
Secundários – Os estudos que procuram estabelecer conclusões a partir de estudos primários, com registros comuns aos mesmos. Incluem as revisões não sistemáticas da literatura, as revisões sistemáticas com e sem metanálise, e os artigos de revisão, assim como o presente estudo (FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados com visão teórica prática mundial em face da pandemia “COVID-19”). Abrangem guias (guidelines) oferecendo orientações para a clínica médica, assim como análises de decisão e estudos de análise econômica. Constituem também a maioria das publicações em livros médicos(Hochman B, Nahas FX, Oliveira Filho RS, Ferreira LM; Campana AO, Padovani CR, Iaria CT, Freitas CBD, De Paiva SAR, Hossne WS).
2.4 – Epidemiologia Clínica: Metodologia da Pesquisa em Farmacologia Clínica.
Para fins didáticos podemos dizer que no âmbito dos estudos da Saúde, a Epidemiologia Clínica se dedica ao estudo da metodologia das pesquisas. O termo epidemiologia clínica foi utilizado pela primeira vez em 1938 por John R. Paul (1893-1971) no sentido da aplicação de métodos epidemiológicos ao exercício da medicina preventiva. Esse ramo, considerado uma área básica, constitui-se num importante alicerce no qual a Medicina moderna é praticada. Essa denominação é oriunda de duas disciplinas médicas: Epidemiologia e Medicina Clínica (ou Geral).
A contribuição da Epidemiologia é representada pelo fato que vários dos métodos utilizados, para responder as questões das pesquisas, foram desenvolvidos por epidemiologistas, e pelo cuidado individual dos pacientes ser considerado num contexto da população maior, da qual o paciente faz apenas parte. A contribuição da Medicina Clínica reside na procura em responder a questões clínicas, assim como conduzir decisões clínicas baseadas nas melhores evidências disponíveis (Campana AO, Padovani CR, Iaria CT, Freitas CBD, De Paiva SAR, Hossne WS).
2.5 – Intervenção farmacológica preventiva.
O tema desta pesquisa - FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19” se fazem necessário por conta da “emergencialidade” de se instituir uma terapêutica “curativa”, com fins de proteger a vida(“HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático...) dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados das conseqüências desta Pandemia COVID-19.
Por conta dos altos riscos e das pesquisas Clínicas em face do uso da  HIDROXICLOROQUINA não vejo como anuir a ideia de “intervenção farmacológica preventiva”.
Vejamos o que estar ocorrendo em algumas regiões do Brasil. Em Manaus, Brasil. Se tem a informação que:
“Efeitos colaterais em pacientes levam fundação do Amazonas a interromper estudo sobre uso de cloroquina na Covid-19 - Pessoas com quadro grave de coronavírus e que receberam doses elevadas da substância apresentaram arritmia e risco maior ao coração; OMS diz não haver comprovação de uso da substância nesse tratamento. Ana Lucia Azevedo. 13/04/2020 - 15h23min / Atualizado em 16/04/2020 - 09h49min –“
Observa-se:
                                                                     I.        Um estudo brasileiro com a cloroquina foi interrompido por razões de segurança depois que pacientes com coronavírus que tomaram uma dose elevada — considerada a necessária para, em tese, bloquear a multiplicação do coronavírus — apresentaram como efeitos colaterais arritmia e tiveram aumentado o risco de sofrer um ataque fatal do coração.
                                                                   II.        O estudo foi realizado com 81 pacientes internados em Manaus por pesquisadores da equipe CloroCovid-19, integrada por cientistas de 21 instituições e liderado pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, do governo do estado do Amazonas.
                                                                  III.        No artigo, eles destacam que “num grupo maior de pacientes, descobriram que a alta dosagem de cloroquina por dez dias levantou bandeiras vermelhas sobre a sua toxicidade”.
                                                                  IV.        Ao mesmo tempo, não encontraram evidências significativas de que a alta dosagem da cloroquina reduziu significativamente a replicação do coronavírus.
                                                                   V.        Blog "A hora da ciência": Cloroquina traz esperança, mas com cautela.
                                                                  VI.        O uso amplo de cloroquina e hidroxicloroquina como profilaxia e tratamento da Covid-19 foi desaconselhado hoje oficialmente pelas duas mais importantes entidades de médicos e cientistas do Brasil. Em nota conjunta, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Academia Nacional de Medicina (ANM) alertam “que o uso indiscriminado da CQ e HCQ, no atual momento, não está apoiado em achados científicos robustos e publicados nas melhores revistas cientificas mundiais”.
                                                                VII.        As duas academias destacam que “enquanto não estiverem disponíveis os resultados dos estudos clínicos que estão sendo conduzidos em todo o mundo com esses dois medicamentos, testando um número adequado de pacientes, de acordo com as melhores práticas cientificas, seus usos no tratamento de pacientes portadores da Covid-19 devem ser restritos a recomendações de especialistas com consentimento do paciente ou de sua família e cuidadoso acompanhamento médico”.
                                                               VIII.        O temor dos especialistas são os efeitos colaterais dos dois remédios, principalmente, para pacientes com doenças cardiovasculares, diabetes e câncer, justamente os grupos mais vulneráveis ao coronavírus.
                                                                  IX.        O estudo do francês Didier Raoult, que deu origem à onda de interesse nas duas drogas, está sob investigação da editora da revista científica que o publicou, a Elsevier, informou hoje o site Retraction Watch, que denuncia fraudes em ciência.
Para fortalecer a afirmação dos altos riscos do uso da  HIDROXICLOROQUINA não se pode com uma proporcionalidade racional anuir a ideia de “intervenção farmacológica preventiva”.
Novamente observamos que a(...)
(...) “OMS alerta que não há evidência empírica sobre uso da substância. Diretor de operações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan disse em entrevista coletiva que a cloroquina e a hidroxicloroquina são medicamentos licenciados em todo o mundo e com muitas indicações - para tratar doenças como malária e doenças crônicas específicas - e que, nestes pacientes, há bons resultados, salvando vidas. Por outro lado, afirmou que ainda não há evidência empírica o bastante que prove sua eficácia no tratamento de infecções por coronavírus. De acordo com ele, há diversos estudos em curso sobre o uso da droga, mas que ainda aguardam os resultados dos testes. E que há potencial nela, mas que é preciso precaução com relação aos seus efeitos colaterais”.
Em relação à base da questão científica que leva a este artigo, ressalte-se, porém, que os cientistas da UFC no Ceará, vão pesquisar para concluir se é viável a “intervenção preventiva”. Assim, em respeito ao principio da ética científica o autor não define como inviável a pretensão preventiva. Ou seja, paciente médico ou profissional de saúde, teve contato? Sim. Então preventivamente tome o medicamento.
FARMACOLOGIA CLÍNICA - HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO, URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados, é um artigo que se baseia nos questionamentos que possam envolver protocolos de segurança no campo teleológico do “Uso Racional de Medicamentos”.
A pesquisa FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados  (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19” não objetiva ser uma crítica positiva a pesquisa importante em curso na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, porém, observar os aspectos para a segurança do USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS – URM por parte do usuário.
3 – Distinções entre Hidroxicloroquina e Cloroquina sem associação com Zinco.
A pesquisa FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos
I - DA HIDROXICLOROQUINA.
A – INDICAÇÃO TERAPÊUTICA. (*)
                                             I.               Considerando que a Hidroxicloroquina é medicamento de uso no tratamento da malária, que é uma doença transmitida por mosquitos e causada por protozoários parasitários do gênero Plasmodium;
                                            II.               Considerando que os Protozoários ou Protozoa microorganismos eucarióticos geralmente unicelulares e heterotróficos (não possui a capacidade de produzir seu próprio alimento, e por isso se alimenta de seres vivos);
                                           III.               Considerando que a classificação deste parasita é controversa, pois inclui diversos seres semelhantes que não possuem relação evolutiva, sendo assim um grupo polifilético, ou seja, grupo que não inclui o ancestral comum de todos os indivíduos, que une diferentes tipos de organismos microscópicos que não se encaixam no reino Metazoa;
                                          IV.               Considerando que as pesquisas de Brusca & Brusca, nos doutrina que “... protozoários são os seres eucariontes que não apresentam nível de organização tecidual como às plantas e os animais e não passam pelo processo de formação dos folhetos embrionários que ocorre nesses grupos; BRUSCA, Richard C. & BRUSCA, Gary J." Invertebrados. Capítulo 5. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003ISBN 978-85-277-1258-3.
                                           V.               Considerando que estes parasitas fazem parte do reino Protista, junto com as algas unicelulares crisófitas, euglenófitas e pirrófitas de acordo com suas semelhanças mais evidentes;
                                          VI.               Considerando que protozoários são classicamente divididos em quatro grupos de acordo com o seu meio de locomoção;
                                        VII.               Considerando que estes micro-organismos (os Protozoários ou Protozoa) estão presentes em muitos ambientes alguns levam vida parasitária causando doenças em animais (febre, cistos e outros males em seus hospedeiros) e muitos destes protozoários causam doenças nos seres humanos e a outros animais vertebrados, assim ocasionando várias Patogenias, exemplos:
a)              O Trypanosoma cruzi, exemplo, é um protozoário flagelado causador da doença de Chagas.
b)              Amebíase - pela Entamoeba histolytica.
c)               A giardíase - Giardia lamblia;
d)              A malária causada pelos Plasmódios;
e)              Leishmaniose visceral, etc.
B – INDICAÇÃO PREVENTIVA OU TERAPÊUTICA PODE PROVOCAR MUTAÇÕES GENÉTICAS.
1.           Não se alardeia aqui a ideia de que o uso da HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no contexto do uso profilático possa provocar mutações. E pode!
2.           Porém, o uso profilático HIDROXICLOROQUINA, pode trazer problemas de efeitos adversos (Oftalmologia Clínica).
B.1 - Exemplo: “ACUIDADE VISUAL”.
3.           Estudos desenvolvidos com objetivo de avaliar a associação entre altas dosagens de derivados da 4-aminoquinolona com alterações na acuidade visual, fundo de olho e campo visual. Foram relatados.
4.           Um estudo utilizando métodos científicos foi apresentado à comunidade científica da pesquisa farmacológica.
Um estudo prospectivo.
5.           Estudo prospectivo de 86 pacientes em uso de cloroquina ou hidroxicloroquina (Plaquinolâ) cuja visita inicial consistiu do exame da acuidade visual, biomicroscopia do segmento anterior do olho, oftalmoscopia binocular indireta, campimetria computadorizada (estímulo vermelho, programa 10.2-central), cálculo da dose diária e dose cumulativa usada pelo paciente. Consideradas doses cumulativas tóxicas de cloroquina ³100 g e hidroxicloroquina (Plaquinolâ) ³300 g.
6.           Resultados: Todos os 86 pacientes examinados eram mulheres, média de idade = 45,08 anos (DP=14,63), usando cloroquina (n=13) ou hidroxicloroquina (n=73).
7.           Verificou-se uma associação entre a exposição às drogas e a baixa da visão com significância estatística (p=0,05) e risco relativo=0,3 (IC=0,1-1,1).
8.           À fundoscopia, nenhum paciente usuário de cloroquina (dose não tóxica) apresentou alteração macular e 41,7% (n=5) daqueles com doses tóxicas apresentaram alterações.
9.           No grupo da hidroxicloroquina, 21,8% (n=13) apresentaram alterações fundoscópicas com doses não tóxicas, e 17,6% (n=3) com doses tóxicas.
10.        Comparando pacientes com alterações campimétricas e aqueles sem alterações nos grupos usando cloroquina (p=0,423) e hidroxicloroquina (p=0,999), não houve diferença estatisticamente significativa entre alteração de campo visual e dose tóxica da droga.
Conclusão:
11.        A perda visual maior ocorreu nos usuários de cloroquina. Esse dado ressalta a importância da medida da acuidade visual na avaliação e acompanhamento de pacientes em uso dos derivados da 4-aminoquinolona.
12.        Não foi observada diferença significativa entre os usuários de altas e baixas doses dos derivados da 4-aminoquinolona que apresentaram alteração de campo visual.
Para pesquisa/Descritores:
13.        Retina/efeitos de drogas;
14.        Acuidade visual/efeitos de drogas;
15.        Campos visuais/efeitos de drogas;
16.        Fundo de olho;
17.        Mácula lútea/efeitos de drogas;
18.        Doenças retinianas/induzido quimicamente;
19.        Escotoma/etiologia;
20.        Hidroxicloroquina/administração & dosagem;
21.        Hidroxicloroquina/toxicidade;
22.        Cloroquina/administração & dosagem;
23.        Cloroquina/toxicidade;
24.        Toxicidade de drogas;
25.        Estudo comparativo.















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