FARMACOLOGIA
CLÍNICA
ESTUDOS
TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA
“USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM
FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
FARMACOLOGIA
CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático
e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou
confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da pandemia “COVID-19”
CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Teoria
e Prática na Pesquisa Farmacológica
Fortaleza
2020
FARMACOLOGIA
CLÍNICA
ESTUDOS
TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA
“USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM
FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
Teoria
e Prática na Pesquisa Farmacológica
Artigo
científico apresentado a Sociedade Civil em caráter contributivo em face da
importância científica da pesquisa em curso na Universidade Federal do Ceará
denominada... “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático
dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com
visão teórica prática mundial - em face da pandemia “COVID-19”), que será
conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes”. Os dados
aqui inseridos serão oportunamente utilizados pelo autor em fase do seu projeto
“futuro” de Doutorado em Farmacologia Médica e na Disciplina de Atividades
Complementares junto a Licenciatura em Ciências Biológica, na FACULDADE CENTRO
UNIVERSITÁRIO FAVENI.
FARMACOLOGIA
CLÍNICA
ESTUDOS
TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA
“USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM FASE
DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Especialista
em Farmacologia Clínica
Teoria
e Prática na Pesquisa Farmacológica
Declaro que sou autor deste Trabalho de Pesquisa.
Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido não
tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita
de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente
referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações
empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena
consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total
responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos
autorais. Este trabalho de pesquisa será parcialmente utilizado como parte das
atividades de educação complementar junto ao Curso de Licenciatura em Biologia,
na FACULDADE CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI.
CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Especialista
em Farmacologia – Licenciando em Biologia
_____________________________________
e-mail:
cesarvenancio.neurociencia@gmail.com
FARMACOLOGIA
CLÍNICA
ESTUDOS
TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA
“USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM
FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
Teoria
e Prática na Pesquisa Farmacológica
RESUMO.
Palavras-chave.
FARMACOLOGIA
CLÍNICA
ESTUDOS
TEÓRICOS PREPARATÓRIO PARA TESE DE DOUTORADO
PESQUISA
“USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS”
ARTIGO OPORTUNO EM
FASE DA RELEVÂNCIA DE PESQUISA PROPOSTA
Teoria
e Prática na Pesquisa Farmacológica
1 – Introdução.
Este
artigo é resultado de uma pesquisa teórica bibliográfica no campo da
Ciência Farmacológica Clínica Aplicada. E foi inspirada na decisão da
Universidade Federal do Ceará, a partir do manifesto seguinte:

Modernamente o que define as qualidades de uma universidade é a sua
capacidade de fazer ciência, de produzir conhecimento que contribua para
resolver os problemas e aflições da sociedade. É, em outras palavras, a
capacidade e o comprometimento de produzir pesquisa com impacto social.
Foi pensando na possibilidade de contribuir para o enfrentamento da crise provocada pela COVID 19 e confiando na capacidade dos nossos pesquisadores, que incorporamos, como ação institucional da UFC, a pesquisa: HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” no tratamento profilático dos profissionais de saúde, que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes. Que Deus nos oriente e guie os nossos pesquisadores.
Foi pensando na possibilidade de contribuir para o enfrentamento da crise provocada pela COVID 19 e confiando na capacidade dos nossos pesquisadores, que incorporamos, como ação institucional da UFC, a pesquisa: HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” no tratamento profilático dos profissionais de saúde, que será conduzida pelos Profs. Anastácio Queiroz, Elizabeth e Odorico Moraes. Que Deus nos oriente e guie os nossos pesquisadores.
Candido Albuquerque.
Magnífico Reitor da Universidade Federal do Ceará.
Os
estudos do autor objetivam formar elementos teóricos e práticos a serem
desenvolvidos em projeto de pesquisa que se espera que resultem na tese de
DOUTORADO a ser futuramente desenvolvida.
Neste
trabalho especifico, o autor busca também, aproveitar seu conteúdo como parte
da carga horária de suas atividades complementares a serem creditadas na sua
formação em conclusão, no Curso de Licenciatura em Biologia na FACULDADE
UNICENTROFAVENI.
A
iniciativa da Universidade Federal no Estado do Ceará pode ter uma relevância
junto à sociedade civil em caráter contributivo em face da importância
científica da pesquisa “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento
profilático dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou
confirmados - em face da pandemia COVID-19.
Porém,
sem questionamento de mérito da pesquisa a ser no futuro apresentada, é
relevante conhece a HIDROXICLOROQUINA, e neste desiderato sua associação com o ZINCO.
Outro
aspecto relevante no campo do questionamento científico é a perspectiva de uso
“profilático” por parte dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados de COVID-19.
A
pesquisa aprovada pela Universidade Federal do Ceará será conduzida pelo
Mestre, o Prof. Dr. Anastácio de Queiroz Sousa, Chefe do Departamento de
Medicina Clínica. O pesquisador é docente no Departamento de Medicina Clínica e
no Departamento de Patologia e Medicina Legal. Ele já foi secretário de saúde
do estado, Diretor do Hospital São José de Doenças Infecciosas. É coordenador
do Núcleo de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina, membro Honorário da
Sociedade Americana de Medicina Tropical e membro efetivo da Academia Cearense
de Medicina. Faz parte do corpo Docente do Mestrado em Patologia do Departamento
de Patologia e Medicina Legal da UFC e do Corpo Docente do Doutorado
Interinstitucional (DINTER), uma Cooperação entre a Fundação Oswaldo Cruz
(FIOCRUZ).
Com
a apresentação citada no parágrafo anterior aumenta a responsabilidade deste
pesquisador em se posicionar em face da pesquisa: FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM
Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto
do uso profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face da
pandemia “COVID-19”
2
– Preliminares.
O
presente (pesquisa teórica bibliográfica no campo da Ciência Farmacológica
Clínica Aplicada) estudo busca se enquadrar na uniformização da
nomenclatura e os conceitos classificatórios existentes na literatura,
relativos aos desenhos ou modelos de estudo científico mais comumente
utilizados em pesquisas na área da Farmacologia Clínica. Assim, procurou-se
facilitar a elaboração do delineamento de um projeto de pesquisa científica,
visando sua aplicabilidade em face da possibilidade de ser recepcionado como
elemento de pesquisa para base de formação de Protocolo de USO RACIONAL DE
MEDICAMENTO NA CLÍNICA MÉDICA. Espera o autor auxiliar o pesquisador fora de
seu grupo a identificar o delineamento proposto em um artigo, assim como
desenvolver um senso de crítica metodológica mais apurada sobre o mesmo, além
de desmistificar a miscelânea (conjunto confuso de coisas diferentes; mistura
mixórdia) conceitual existente na literatura.
Existe
uma farta sinonímia na literatura para o conceito da expressão "Desenhos
re pesquisa", como "Modelos de estudos", "Delineamentos de
estudos", "Delineamentos de pesquisas", "Modelos de
investigação científica", "Modelos de planejamento",
"Modelos de delineamento", "Delineamentos
clínico-epidemiológicos", "Desenhos de estudos", "Desenhos
metodológicos", "Métodos epidemiológicos", "Estratégias de
pesquisa", "Tipos de estudos" ou "Tipos de
investigação".
Conforme
as organizações dos roteiros das pesquisas existem várias conceituações básicas
a serem seguidas em relação aos modelos de estudo científicos.
2.1
– Desenhos de pesquisa.
Estudo
transversal e/ou longitudinal - "Não há solidão onde há saber, nem
aborrecimento quando se tem livros" (Da sabedoria oriental)
Existem
vários tipos de pesquisa, descritiva, experimental, documental e bibliográfica,
partindo sempre da – observação -, conforme preconizava Francis Bacon
(1561-1626). Sob o aspecto epidemiológico, a pesquisa ou estudo se classifica
em transversal ou seccional e longitudinal ou horizontal. Sob o
aspecto epidemiológico, a pesquisa ou estudo se classifica em transversal ou
seccional e longitudinal ou horizontal. A pesquisa longitudinal ou horizontal
se classifica em retrospectiva e prospectiva.
2.2
– Pesquisa Prospectiva.
A
pesquisa prospectiva é conhecida como – estudo de coortes -. STEDMAN, 1996,
assim conceitua o que seja coorte: grupo populacional definido e seguido,
prospectivamente, em um estudo epidemiológico. Podemos aqui neste contexto
compreender que, se conclui que no estudo longitudinal retrospectivo se conhece
o efeito e se busca a causa, e no prospectivo há a causa ou fator determinante
e se procura o resultado. Isso constitui o objetivo da epidemiologia analítica (Bordalo, Alípio Augusto,
2020).
Mais a frente, neste artigo observará algumas pesquisas na área da
PESQUISA MÉDICA – URM NA CLÍNICA MÉDICA ESPECIALIZADA OFTALMOLOGIA de natureza
prospectiva que desrecomenda o uso preventivo da HIDROXICLOROQUINA.
Observem
que estou a falar do aspecto “preventivo”, pois, na ação de medicina curativa,
entendo que a ação do médico será operada de acordo com sua capacidade de
enfrentar as patologias derivadas da ação bioquímica do vírus em comento, e sua
formação farmacológica médica.
Nesta
oportunidade se fundamenta e empós se questiona.
1
- Fundamentação:
1.1
- Os vírus podem invadir muitos organismos vivos e são parasitas intracelulares
obrigatórios por possuírem parcos recursos necessários para seu metabolismo
(RNA mensageiro e ribossomos, por exemplo).
1.2
- São causadores de doenças infecciosas.
1.3
- As proteínas da superfície viral participam do reconhecimento específico na
resposta imune, o que faz cessar a infecção.
1.4
- Os genes que codificam estas proteínas são altamente mutagênicos e é devido a
estas mutações que os vírus são capazes de “driblar” o sistema imune, que passa
a não mais reconhecer e atacar as proteínas da progênie viral mutante.
1.5
- Um exemplo claro de vírus altamente mutante é o vírus da gripe (influenza),
que acomete indivíduos fazendo com que desenvolvam a reinfecção mutantes em
alguns casos, varias vezes durante sua vida.
2
- QUESTIONAMENTO:
2.1
- Será que a COVID-19 pode infectar mais de uma vez?
2.2
- Justifica o uso da HIDROXICLOROQUINA
que tem efeitos tóxicos para uma pessoa infectada
temporariamente com o vírus. Porém, sem apresentar patologia empós
contaminação?
2.3
– Pesquisa Prospectiva.
Visando
constituir um panorama teórico preliminar para a compreensão dos contextos dos
desenhos de pesquisa, se elabora o presente manifesto que objetiva apresentar
os aspectos da originalidade do estudo. Podemos dizer na contextualidade
didática que temos os aspectos:
Primários
– Se constitui nas investigações originais, que são a maioria das publicações
das revistas científicas de estudos nas áreas médica.
Secundários
– Os estudos que procuram estabelecer conclusões a partir de estudos primários,
com registros comuns aos mesmos. Incluem as revisões não sistemáticas da
literatura, as revisões sistemáticas com e sem metanálise, e os artigos de
revisão, assim como o presente estudo (FARMACOLOGIA
CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso
profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados com visão teórica prática mundial em face da pandemia
“COVID-19”). Abrangem guias (guidelines) oferecendo orientações
para a clínica médica, assim como análises de decisão e estudos de análise
econômica. Constituem também a maioria das publicações em livros médicos(Hochman B, Nahas FX, Oliveira Filho RS,
Ferreira LM; Campana AO, Padovani CR, Iaria CT, Freitas CBD, De Paiva SAR,
Hossne WS).
2.4
– Epidemiologia Clínica: Metodologia da Pesquisa em Farmacologia Clínica.
Para
fins didáticos podemos dizer que no âmbito dos estudos da Saúde, a
Epidemiologia Clínica se dedica ao estudo da metodologia das pesquisas. O termo
epidemiologia clínica foi utilizado pela primeira vez em 1938 por John R. Paul
(1893-1971) no sentido da aplicação de métodos epidemiológicos ao exercício da
medicina preventiva. Esse ramo, considerado uma área básica, constitui-se num
importante alicerce no qual a Medicina moderna é praticada. Essa denominação é
oriunda de duas disciplinas médicas: Epidemiologia e Medicina Clínica (ou
Geral).
A
contribuição da Epidemiologia é representada pelo fato que vários dos métodos
utilizados, para responder as questões das pesquisas, foram desenvolvidos por
epidemiologistas, e pelo cuidado individual dos pacientes ser considerado num
contexto da população maior, da qual o paciente faz apenas parte. A
contribuição da Medicina Clínica reside na procura em responder a questões
clínicas, assim como conduzir decisões clínicas baseadas nas melhores
evidências disponíveis (Campana AO, Padovani CR,
Iaria CT, Freitas CBD, De Paiva SAR, Hossne WS).
2.5
– Intervenção farmacológica preventiva.
O
tema desta pesquisa - FARMACOLOGIA CLÍNICA:
“HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética,
Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e
tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou
confirmados (com visão teórica prática mundial) em face
da pandemia “COVID-19” se fazem necessário por conta da “emergencialidade” de
se instituir uma terapêutica “curativa”, com fins de proteger a vida(“HIDROXICLOROQUINA
ASSOCIADA AO ZINCO no tratamento profilático...) dos profissionais de saúde
envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados das conseqüências desta Pandemia
COVID-19.
Por
conta dos altos riscos e das pesquisas Clínicas em face do uso da HIDROXICLOROQUINA não
vejo como anuir a ideia de “intervenção farmacológica preventiva”.
Vejamos
o que estar ocorrendo em algumas regiões do Brasil. Em Manaus, Brasil. Se tem a
informação que:
“Efeitos colaterais em pacientes levam
fundação do Amazonas a interromper estudo sobre uso de cloroquina na Covid-19 -
Pessoas com quadro grave de coronavírus e que receberam doses elevadas da
substância apresentaram arritmia e risco maior ao coração; OMS diz não haver
comprovação de uso da substância nesse tratamento. Ana Lucia Azevedo.
13/04/2020 - 15h23min / Atualizado em 16/04/2020 - 09h49min –“
Observa-se:
I.
Um
estudo brasileiro com a cloroquina foi interrompido por razões de segurança
depois que pacientes com coronavírus que tomaram uma dose elevada — considerada
a necessária para, em tese, bloquear a multiplicação do coronavírus —
apresentaram como efeitos colaterais arritmia e tiveram aumentado o risco de
sofrer um ataque fatal do coração.
II.
O
estudo foi realizado com 81 pacientes internados em Manaus por pesquisadores da
equipe CloroCovid-19, integrada por cientistas de 21 instituições e liderado
pela Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, do governo do
estado do Amazonas.
III.
No
artigo, eles destacam que “num grupo maior de pacientes, descobriram que a alta
dosagem de cloroquina por dez dias levantou bandeiras vermelhas sobre a sua
toxicidade”.
IV.
Ao
mesmo tempo, não encontraram evidências significativas de que a alta dosagem da
cloroquina reduziu significativamente a replicação do coronavírus.
V.
Blog
"A hora da ciência": Cloroquina traz esperança, mas com cautela.
VI.
O
uso amplo de cloroquina e hidroxicloroquina como profilaxia e tratamento da
Covid-19 foi desaconselhado hoje oficialmente pelas duas mais importantes
entidades de médicos e cientistas do Brasil. Em nota conjunta, a Academia
Brasileira de Ciências (ABC) e a Academia Nacional de Medicina (ANM) alertam
“que o uso indiscriminado da CQ e HCQ, no atual momento, não está apoiado em achados
científicos robustos e publicados nas melhores revistas cientificas mundiais”.
VII.
As
duas academias destacam que “enquanto não estiverem disponíveis os resultados
dos estudos clínicos que estão sendo conduzidos em todo o mundo com esses dois
medicamentos, testando um número adequado de pacientes, de acordo com as
melhores práticas cientificas, seus usos no tratamento de pacientes portadores
da Covid-19 devem ser restritos a recomendações de especialistas com
consentimento do paciente ou de sua família e cuidadoso acompanhamento médico”.
VIII.
O
temor dos especialistas são os efeitos colaterais dos dois remédios,
principalmente, para pacientes com doenças cardiovasculares, diabetes e câncer,
justamente os grupos mais vulneráveis ao coronavírus.
IX.
O
estudo do francês Didier Raoult, que deu origem à onda de interesse nas duas
drogas, está sob investigação da editora da revista científica que o publicou,
a Elsevier, informou hoje o site Retraction Watch, que denuncia fraudes em
ciência.
Para
fortalecer a afirmação dos altos riscos do uso da HIDROXICLOROQUINA não
se pode com uma proporcionalidade racional anuir a ideia de “intervenção
farmacológica preventiva”.
Novamente
observamos que a(...)
(...) “OMS alerta que não há evidência
empírica sobre uso da substância. Diretor de operações da Organização Mundial
da Saúde (OMS), Michael Ryan disse em entrevista coletiva que a cloroquina e a
hidroxicloroquina são medicamentos licenciados em todo o mundo e com muitas
indicações - para tratar doenças como malária e doenças crônicas específicas -
e que, nestes pacientes, há bons resultados, salvando vidas. Por outro lado,
afirmou que ainda não há evidência empírica o bastante que prove sua eficácia
no tratamento de infecções por coronavírus. De acordo com ele, há diversos
estudos em curso sobre o uso da droga, mas que ainda aguardam os resultados dos
testes. E que há potencial nela, mas que é preciso precaução com relação aos
seus efeitos colaterais”.
Em
relação à base da questão científica que leva a este artigo, ressalte-se, porém,
que os cientistas da UFC no Ceará, vão pesquisar para concluir se é viável a
“intervenção preventiva”. Assim, em respeito ao principio da ética científica o
autor não define como inviável a pretensão preventiva. Ou seja, paciente médico
ou profissional de saúde, teve contato? Sim. Então preventivamente tome o
medicamento.
FARMACOLOGIA
CLÍNICA - HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO, URM Protocolo de
Farmacocinética, Farmacodinâmica, Cronofarmacobiologia no contexto do uso
profilático e tratamento dos profissionais de saúde envolvidos nos casos
suspeitos ou confirmados, é um artigo que se baseia nos questionamentos que
possam envolver protocolos de segurança no campo teleológico do “Uso Racional
de Medicamentos”.
A
pesquisa FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA
ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica,
Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos
profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos ou confirmados (com visão teórica prática mundial) em face
da pandemia “COVID-19” não objetiva ser uma crítica positiva a pesquisa
importante em curso na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará,
porém, observar os aspectos para a segurança do USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS –
URM por parte do usuário.
3
– Distinções entre Hidroxicloroquina e Cloroquina sem associação com Zinco.
A
pesquisa FARMACOLOGIA CLÍNICA: “HIDROXICLOROQUINA
ASSOCIADA AO ZINCO” - URM Protocolo de Farmacocinética, Farmacodinâmica,
Cronofarmacobiologia no contexto do uso profilático e tratamento dos
profissionais de saúde envolvidos nos casos suspeitos
I
- DA HIDROXICLOROQUINA.
A
– INDICAÇÃO TERAPÊUTICA. (*)
I.
Considerando que a Hidroxicloroquina é
medicamento de uso no tratamento da malária, que é uma doença transmitida por
mosquitos e causada por protozoários parasitários do gênero Plasmodium;
II.
Considerando que os Protozoários ou Protozoa
microorganismos eucarióticos geralmente unicelulares e heterotróficos (não
possui a capacidade de produzir seu próprio alimento, e por isso se alimenta de
seres vivos);
III.
Considerando que a classificação deste
parasita é controversa, pois inclui diversos seres semelhantes que não possuem
relação evolutiva, sendo assim um grupo polifilético, ou seja, grupo que não
inclui o ancestral comum de todos os indivíduos, que une diferentes tipos de
organismos microscópicos que não se encaixam no reino Metazoa;
IV.
Considerando que as pesquisas de Brusca &
Brusca, nos doutrina que “... protozoários são os seres eucariontes que não
apresentam nível de organização tecidual como às plantas e os animais e não
passam pelo processo de formação dos folhetos embrionários que ocorre nesses
grupos; BRUSCA, Richard C. & BRUSCA, Gary
J." Invertebrados.
Capítulo 5. 2ª Edição. Rio de
Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 2003. ISBN 978-85-277-1258-3.
V.
Considerando que estes parasitas fazem parte
do reino Protista, junto com as algas unicelulares crisófitas, euglenófitas e
pirrófitas de acordo com suas semelhanças mais evidentes;
VI.
Considerando que protozoários são
classicamente divididos em quatro grupos de acordo com o seu meio de locomoção;
VII.
Considerando que estes micro-organismos (os
Protozoários ou Protozoa) estão presentes em muitos ambientes alguns levam vida
parasitária causando doenças em animais (febre, cistos e outros males em seus
hospedeiros) e muitos destes protozoários causam doenças nos seres humanos e a
outros animais vertebrados, assim ocasionando várias Patogenias, exemplos:
a)
O Trypanosoma cruzi, exemplo, é um
protozoário flagelado causador da doença de Chagas.
b)
Amebíase - pela Entamoeba histolytica.
c)
A giardíase - Giardia lamblia;
d)
A malária causada pelos Plasmódios;
e)
Leishmaniose visceral, etc.
B
– INDICAÇÃO PREVENTIVA OU TERAPÊUTICA PODE PROVOCAR MUTAÇÕES GENÉTICAS.
1.
Não se alardeia aqui a ideia de que o uso da
HIDROXICLOROQUINA ASSOCIADA AO ZINCO no contexto do uso profilático possa
provocar mutações. E pode!
2.
Porém, o uso profilático HIDROXICLOROQUINA,
pode trazer problemas de efeitos adversos (Oftalmologia Clínica).
B.1 - Exemplo: “ACUIDADE
VISUAL”.
3.
Estudos desenvolvidos com objetivo de avaliar
a associação entre altas dosagens de derivados da 4-aminoquinolona com
alterações na acuidade visual, fundo de olho e campo visual. Foram relatados.
4.
Um estudo utilizando métodos científicos foi
apresentado à comunidade científica da pesquisa farmacológica.
Um estudo prospectivo.
5.
Estudo prospectivo de 86 pacientes em uso de
cloroquina ou hidroxicloroquina (Plaquinolâ) cuja visita inicial consistiu do
exame da acuidade visual, biomicroscopia do segmento anterior do olho,
oftalmoscopia binocular indireta, campimetria computadorizada (estímulo
vermelho, programa 10.2-central), cálculo da dose diária e dose cumulativa
usada pelo paciente. Consideradas doses cumulativas tóxicas de cloroquina ³100
g e hidroxicloroquina (Plaquinolâ) ³300 g.
6.
Resultados: Todos os 86 pacientes examinados
eram mulheres, média de idade = 45,08 anos (DP=14,63), usando cloroquina (n=13)
ou hidroxicloroquina (n=73).
7.
Verificou-se uma associação entre a exposição
às drogas e a baixa da visão com significância estatística (p=0,05) e risco
relativo=0,3 (IC=0,1-1,1).
8.
À fundoscopia, nenhum paciente usuário de
cloroquina (dose não tóxica) apresentou alteração macular e 41,7% (n=5)
daqueles com doses tóxicas apresentaram alterações.
9.
No grupo da hidroxicloroquina, 21,8% (n=13)
apresentaram alterações fundoscópicas com doses não tóxicas, e 17,6% (n=3) com
doses tóxicas.
10.
Comparando pacientes com alterações
campimétricas e aqueles sem alterações nos grupos usando cloroquina (p=0,423) e
hidroxicloroquina (p=0,999), não houve diferença estatisticamente significativa
entre alteração de campo visual e dose tóxica da droga.
Conclusão:
11.
A perda visual maior ocorreu nos usuários de
cloroquina. Esse dado ressalta a importância da medida da acuidade visual na
avaliação e acompanhamento de pacientes em uso dos derivados da
4-aminoquinolona.
12.
Não foi observada diferença
significativa entre os usuários de altas e baixas doses dos derivados da
4-aminoquinolona que apresentaram alteração de campo visual.
Para pesquisa/Descritores:
13.
Retina/efeitos de drogas;
14.
Acuidade visual/efeitos de drogas;
15.
Campos visuais/efeitos de drogas;
16.
Fundo de olho;
17.
Mácula lútea/efeitos de drogas;
18.
Doenças retinianas/induzido quimicamente;
19.
Escotoma/etiologia;
20.
Hidroxicloroquina/administração &
dosagem;
21.
Hidroxicloroquina/toxicidade;
22.
Cloroquina/administração & dosagem;
23.
Cloroquina/toxicidade;
24.
Toxicidade de drogas;
25.
Estudo comparativo.
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Bernardo
Hochman - Disciplina de Cirurgia Plástica / Departamento de Cirurgia. Universidade
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