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domingo, 12 de abril de 2020

Neurociência: Teoria e Prática

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Faculdade de Venda Nova do Imigrante
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
NEUROCIÊNCIA
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Neurociência: Teoria e Prática
Fortaleza
2020
Faculdade de Venda Nova do Imigrante
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
Neurociência: Teoria e Prática
Artigo científico apresentado a Faculdade FAVENI como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Neurociência.
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Fortaleza
2020
Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Declaro que sou autor deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais(Nos termos da 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços).
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
______________________________________
e-mail: cesarvenancio.neurociencia@gmail.com
Neurociência: Teoria e Prática
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
RESUMO.
Palavras-chave.
1 – Introdução.
Este artigo é resultado de uma pesquisa bibliográfica. E se baseia nos questionamentos: a) Como funciona o cérebro humano? b) Qual a sua relação com os processos do pensamento? c) Será que o cérebro humano coloca o ser humano numa categoria à parte entre os seres vivos? Tais explicações podem estar contextualizadas no estudo de diversas disciplinas acadêmicas.
O presente artigo não objetiva definir em conceitos os três pontos iniciais apresentados. Porém, todavia vai apresentar no plano introdutório a teoria e a prática do que podemos dizer em que se firma a Neurociência.
Assim, partindo desse principio, esse artigo tem como objetivo geral apresentar a Neurociência como uma ciência teórica científica e prática em diversos seguimentos da vida, na medicina, na educação, na economia e no dia-a-dia das relações biopsicossocial. Nos objetivos específicos podemos conceituar e demonstrar que a Neurociência é a área que se ocupa em estudar o sistema nervoso, visando desvendar seu funcionamento, estrutura, desenvolvimento e eventuais alterações que sofra.
Portanto, o objeto de estudo dessa ciência é complexo, sendo constituído por três elementos: o cérebro, a medula espinhal e os nervos periféricos. Na prática podemos entender e aplicar a Neurociência na área da Educação, tomando como base as Ciências Cognitivas e as Neurociências como epistemologia estruturante para elaboração dos fundamentos teórico/práticos de uma “Neurociênciapsicopedagógica” que agrega, de forma transdisciplinar, os processos de ensino. O Autor entende que não dá mais para continuarmos alheios aos estudos das Ciências Cognitivas e Neurociências voltadas para a área da educação. Desde agosto de 2009, já desenvolve teoria do mapeamento cerebral, que tem como escopo contribuir com a construção/elaboração de processos/produtos técnico científicos para uma didática fundamentada nas conquistas/conhecimentos, das áreas acima citadas, estruturado numa epistemologia e organizada aos processos de educação, isto é, uma didática centrada nos processos próprios do funcionamento do sistema nervoso central (SNC). O mapeamento cerebral não é ficção científica ou delírio fulcrado em imaginações televisivas. Surgiu da crença nas infinitas possibilidades de desenvolvimento que podem ser oferecidas às crianças, sejam elas especiais ou não. A Neurociência e a Psicopedagogia atuando dentro do “conceito” mapeamento cerebral, deve se constituir é um grupo de apoio a “educação”, e ser formado por multiprofissionais das áreas de Pedagogia, Psicologia, Psicopedagogia, Neurologia, Fonoaudiologia e Fisioterapia e Medicina Clínica e especializada, Neurologia, com a finalidade de orientar o trabalho de atendimento pedagógico tanto para suporte educacional de alunos das redes regulares quanto para o desenvolvimento de crianças e adolescentes com necessidades educacionais especiais. O uso do mapeamento cerebral deve criar condições para permite que a equipe atue de forma integrada, garantindo sempre uma metodologia de ensino e acompanhamento adequada às necessidades individuais de cada aluno, possibilitando trabalhar a inclusão e proporcionando a orientação necessária para pais e professores. O mapeamento cerebral deve ser indicado para compreender classes de desenvolvimento infantil e fundamental para alunos com necessidades educativas especiais como Síndrome de Down, Paralisia Cerebral, Autismo e Transtornos do Desenvolvimento. ANATOMOFISIOLOGIA DO MAPEAMENTO CEREBRAL - Identificação dos Distúrbios de Aprendizagem e sua intervenção Psicopedagógica. http://professorcesar2009.no.comunidades.net/anatomofisiolo…
O conhecimento da “Neurociênciapsicopedagógica” surgiu a partir dos estudos da Neurociência e Ciências Cognitivas, envolvendo os estudos neurológicos vinculados à didática do professor para um produto neuropedagógico, o qual desde então vem procurando compreender como o estudante, cognitivamente, aprende e como o professor ensina. Neurociência: Teoria e Prática. Entendemos como teoria conjunto de regras ou leis, mais ou menos sistematizadas, aplicadas a uma área específica; conhecimento especulativo, metódico e organizado de caráter hipotético e sintético; conhecimento sistemático, fundamentado em observações empíricas e/ou postulados racionais, voltado para a formulação de leis e categorias gerais que permitam à ordenação, a classificação minuciosa e, eventualmente, a transformação dos fatos e das realidades da natureza. A Teoria é contemplação, reflexão, introspecção. Indica na linguagem comum, uma ideia nascida com base em alguma hipótese, conjectura, especulação ou suposição, mesmo abstrata, sobre a realidade. Também designa o conhecimento descritivo puramente racional ou a forma de pensar e entender algum fenômeno a partir da observação. A Neurociência é afirmativamente uma ciência interdisciplinar. Seguindo o entendimento de Albert Einstein: "A ciência só pode determinar o que é, não o que deve ser, e fora de seu domínio permanece a necessidade de juízos de valor de todos os tipos”. Tal assertiva de Einstein fortalece a visão de que a neuro (ciência) é “ciência” pelas razões amplamente aceitas pela comunidade cientifica mundial que em ciência, a definição de teoria científica difere bastante da acepção de teoria em senso comum, o de simples especulação; o conceito moderno de teoria científica estabelece que, entre outros, como uma resposta ao problema da demarcação entre o que é efetivamente científico e o que não o é. É importante ressaltar desde o início que não existe graduação em Neurociência aqui no Brasil: Os neurocientistas são biólogos, biomédicos ou médicos – outros têm origem na Farmacologia Clínica e Psicopedagogia (como eu) ou engenharia, por exemplo.
A formação de um neurocientista começa após a graduação, ou seja, na pós-graduação. E há várias áreas da Neurociência a serem exploradas. Cada programa de pós-graduação tem seus critérios, mas deve-se saber que é quase sempre necessária a apresentação de um Projeto de Pesquisa, apoiado por um pesquisador do programa escolhido. Neste caso(do artigo), abordamos e estamos a dar continuidade na visão em que acreditamos ser indiscutível o conceito que aborda a importância do mapeamento cerebral, como Neurociência Teórica e Prática, para em alguns casos, definir o êxito no aprendizado, sendo que cada aluno para se desenvolver depende da identificação do seu desenvolvimento cognitivo, para que o ensino seja ajustado às suas necessidades específicas. O neurocientista enquanto psicopedagogo deve estar consciente do seu papel na utilização do MPC – Mapeamento Cerebral, e saber aplicar o método de análise do desenvolvimento cognitivo durante o aprendizado escolar, e que são fundamentais, tanto para identificar possíveis distúrbios de aprendizagem, como dislexia, discalculia, ou distúrbios de comportamento como déficit de atenção, hiperatividade e impulsividade quanto para orientar como o ensino deve ser praticado em cada caso.
O presente artigo se desenvolveu através de pesquisa bibliográfica, uma revisão da literatura sobre as principais teorias que norteiam a neurociência no âmbito da teoria e prática. Essa revisão, levantamento bibliográfico ou revisão bibliográfica, foi realizada em livros, periódicos, artigo de jornais, sites da Internet entre outras fontes.
Bibliografia em construção.
I. Einstein. Albert, : "A ciência só pode determinar o que é, não o quedeve ser, e fora de seu domínio permanece a necessidade de juízos de valor de todos os tipos. - Citado em Singh, Simon - Big Bang - Editora Record - 2006 - pág. 461".
II. F. Montanari (2004). Loescher, ed. GI - Vocabolario della lingua greca - Greco Italiano (2ª ed). Torino: [s.n.] .
III. HALLOWELL, Edward M. & RATEY, John J. (1992) Cinquenta Dicas para Administração de Problemas de Déficit de Atenção na Sala de Aula. Disponível em Internet: http://www.colegiosaojose.com.br/arquivos/ssores_4473.pdf. Acesso em 10/04/2020.
IV. Popper, Karl. (1996). A Lógica da Pesquisa Científica. SP. Ed. Cultrix. p.33
V. Richard Feynman: "A filosofia da ciência é tão útil para os cientistas quanto a ornitologia para os pássaros" - Citado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo: "O que é ciência?" - Editora Record - 2006 - pág.: 462
VI. Smith, Adam. "A ciência é o grande antídoto contra o veneno do entusiasmo e da superstição" - Citado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo: "O que é ciência?" - Editora Record -2006 - pág.: 459
VII. Science Citation Index (SCI)». Consultado em 1 de março de 2020. Arquivado do original em 2 de julho de 2006
VIII. SCOZ, Beatriz. Psicopedagogia e Realidade Escolar – O Problema Escolar e de Aprendizagem, 3a edição. Petrópolis, Vozes, 1996.
IX. Kuhn, Thomas. (1962). The Structure of Scientific Revolutions. University of Chicago Press. 2ª edição.
X. Konrad Lorenz "É um bom exercício para o pesquisador livrar-se de uma hipótese favorita todo dia, antes do café da manhã. Isto o tornará jovem." - Citado em Singh, Simon - Big Bang - Capítulo: "O que é ciência?" - Editora Record - 2006 - pág.: 462

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